domingo, 11 de abril de 2010

. . . O Amor


 Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.

Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você esta esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d´água neste momento, perceba: Existe algo mágico entre vocês.

Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente divino... O Amor.

Se um dia tiverem que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.

Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar suas lágrimas e enxuga-las com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer momento de sua vida.

Se você conseguir, em pensamento, sentir o cheiro da pessoa como se ela tivesse ali do seu lado...

Se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos emaranhados...

Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que esta marcado para noite...

Se você não consegue imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao
seu lado...

Se você tiver certeza que vai ver a outra envelhecendo e, mesmo assim, tiver convicção que vai continuar sendo louco por ela...

Se você preferir morrer, antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma dádiva. Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.
Ou às vezes encontram e, por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixa-lo acontecer verdadeiramente. Por isso, preste atenção nos sinais!! Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor
coisa da vida:

. . . O Amor

[http://www.bilibio.com.br/mensagem/155/O+Amor.html]

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O essencial faz a vida valer a pena.



Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
 
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.

As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, roí o caroço.
 
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
 
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
 
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
 

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
 

Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
 

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
 
 
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for.
 

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
 

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus.
 

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.

O essencial faz a vida valer a pena. 





(Recebi de uma colega, agora cedo. Faço das palavras do autor (que não consegui identificar) as minhas e agradeço à Ciça por tê-las botado em minha boca).

terça-feira, 6 de abril de 2010

Aline



Minha família é uma família de pessoas, não necessariamente de sangue.
Se formos olhar o sangue, na verdade, me botam fora dela: fui achada no lixo!


Cresci vendo meus pais se cuidando. Ele de olho nela, ela de olho nele. Sem ciúme, sem as cobranças bobas comuns das relações possessivas. Eles se amavam para além do homem e da mulher. Eram mais que isso: eram irmãos.

Aos meus 21 catei um bichinho doce e frágil, um coraçãozinho cansado, e levei pra casa. Era a Aninha.
E ela ainda é...
Aninha foi adotada. Virou a nº3!
A partir daí as coisas ficaram mais ou menos assim: Papai perdia os cabelos com Nana, que cuidava de mim, que cuidava da Aninha, que cuidava do Bruno, que aguentava a Mamma, que vivia reclamando que papai num tinha juízo!!! É... Mamma é difícil.

Aninha era a única que gostava e tinha paciência pra pescar. Babo adorava beber na beira do lago do Tilapão.
Aninha não pescava nada (muito ruim mesmo!!!) e Babbo sempre se compadecia e mandava fritar um peixe porque ir pescar (?) e não comer o peixe não faz sentido.
Aninha era a única que dirigia e, por isso, sempre carregava papai para a roça. Papai tentava convencê-la a ir de bicicleta até o dia que ele caiu na real que, de cachaça, era melhor mesmo voltar de carro... kkkkkkkkk...
Bem, e enfim, deixei de ser o xodó do papai e Aninha tomou meu posto.

Um dia papai se foi. Ficamos eu, Nana, Mamma, Aninha e Bruno.
E achávamos que era assim, que a família havia diminuído irremediavelmente. Que o sangue dos Mattos não seria passado adiante e... dramááááááático!

Mas, Mamma também adotou alguém. Dessa vez com a ajuda da Nana.
E Mamma tá que engorda a Aline já que não consegue me engordar.
E Aline chama Mamma de mãe e até pede a bênção enquanto eu e Nana usamos o tradicional "fala véia!".
E Aline ajuda mamãe a dar conta da Nana que é difííííícil. E Mamma enche o ouvido da Aline de reclamações o dia todo... E a gente tenta fazer com que Aline não enlouqueça!

E lá se foi a Aline cair de amores por nós, e nós por ela.
E nos preocupamos com ela, e sabemos que ela se preocupa conosco.
E sentimos, como que sem explicação, um só sangue pulsar em nossas veias.
Somos irmãs. Somos uma família. E ela é a nº4.

E ontem Aline viu e ouviu isso. E ontem eu também pude ver nos olhos dela que ela via, ouvia e entendia. Nós vimos amor... E amor não acaba mesmo que as relações mudem. Aninha é prova viva disso.
A dor que senti quando coloquei Nana no ônibus - mesmo feliz por tê-la trazido - Aline compartilhou comigo. Assim, igualzinha.
Mas, nós duas sabíamos que estava tudo bem porque família não se vai quando nos afastamos fisicamente.
Família não vem apenas porque nos aproximamos fisicamente.
Família é. Família somos.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

passeando pelos sites, blogs e perfis da vida...

O arfar da procura quase me sufoca...
O aroma que ela exala já não me satisfaz...
Ah, quero mais!
A inquietude do meu corpo busca saciar minha sede ...
A sede do gosto do corpo de quem almejo...
Ah, meu desejo!
Minha alma tropega pelo seu amor aspira o toque...
Doce tontura que vicia como embriaguez...
Ah, insensatez!
Mas, para meu coração acelerado, basta sua presença...
Já me conforta e acalenta...
Me sustenta!
O olhar do meu bem querer já me aquieta...
Me derramo em prazer silenciosamente...
Onde está agora o desejo ardente?
Perdido no domínio do seu sorriso!
Jogado na apatia do momento!
Não há mais turbilhão, não há mais tormento!
Há vc e eu!
E nada mais....

(encontrei em um dos sites, blogs e perfis pelos quais passeio, achei lindo, lindo, lindo: minha cara! minhas palavras! ... peço a(o) autor(a) que me perdoe pois não localizei ainda a indicação bibliográfica... mas, mandei um e-mail inquirindo-a)

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Pisa na barata, pega a borboleta!



Acabou!
Madonna is over!
Agora, sou fã da Ximbica!
kkkkkkk.