sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Difícil viver sem...

Eu sou uma pessoa apaixonada.
Difícil viver sem paixão.
É, para mim, como viver sem sentido, sem ar.

Não sei fazer nada que não seja por paixão.
Paixão me motiva, me alegra, me faz viver!

No meu trabalho, paixão é fundamental.
Advogo por paixão.
Leciono por paixão.
E não poderia ser diferente...

Relatar e fundamentar uma idéia ofertada por um dos meus momentos 'De Masi' de ócio, não tem preço, especialmente quando percebo que é esta idéia que 'salvará' um determinado procedimento.
Não é trabalhar com 'brechas', é trabalhar com informações!

Experimentar o carinho de meus alunos me é tão especial quanto.
Não por ser um carinho - algo, por si, já bem especial - mas, por saber que este carinho representa, também,  uma boa dose de interesse recém-despertado pela disciplina que leciono.

Receber retorno positivo de um colega de equipe, ouvi-lo/a dizer que se sente seguro, amparado, ainda que diante de um problemão, é maravilhoso.
Adoro equipe. Equipes nos fazem crescer, nos permitem trabalhar e divulgar informações antes fragmentadas... E, conforme as peças se encaixam, impossível não se sentir como parte de algo muito especial...

E as pessoas ainda me perguntam o porquê de trabalhar tanto!?
Trabalho porque é bom!
É divertido!
É especial!
É apaixonante...

[Ainda que não tenha falado diretamente sobre eles, gostaria de dizer que os 'musos' inspiradores deste post são meus alunos de 4º período da Unipac. Hoje, tivemos nosso primeiro dia de aula do semestre, com apresentação do planejamento, discussão a respeito dos formatos das avaliações e projetos interdisciplinares que trabalharemos. INCRÍVEL é a palavra que melhor descreveria nosso reencontro... apaixonante... ]

sábado, 30 de julho de 2011

PROVOCAÇÕES

Sou fã do programa, exibido pela RedeMinas.
Neste momento, em Aimorés, e após assistir ao de nº 525, acredito que o texto de encerramento de Aburamja seja o suficiente para fechar o dia:
Há uma diferença muito grande entre saber e acreditar que se sabe.
Saber é ciência.  Acreditar que se sabe é ignorância.
Mas, cuidado! Saber mal não é ciência. Saber mal pode ser muito pior que ignorar.
Na verdade, sabe-se somente quando se sabe pouco, pois com o saber, cresce a dúvida,
Que é preciso idolatrar sempre!

http://www.tvcultura.com.br/provocacoes/programas
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Yúdice

Não sei como ele é.
Mas, sei quem é.
E sei que ele gosta de escrever.

Também adoro escrever.
Mas, entre escrever e ler o Yúdice, leio o Yúdice.
Ao contrário desta aqui, ele nunca culpa a falta de tempo para não fazê-lo.
Yúdice escreve, escreve bem e escreve muito.
E eu leio, leio muito, e recomendo.

Sempre que leio algo que ele escreve, esboço algo para enviar...
Não lembro se já o havia feito: hoje fiz.
Sei não... mas, o Yúdice me pareceu tão 'largado', tão 'sozinho' e eu, aqui, cansada porém feliz (depois de uma formação continuada de professores na Unipac que contou com participação efetiva da maioria dos presentes), resolvi escrever.

Escrevi para ele, disse que também já me havia sentido 'com vontade de escrever para alguém'...
E, neste exato momento, sinto-me como quem acaba de lamber um selo.

Poxa, selecionei a dedo tantas opções de destinatários 'número um' para minha fase de 'cartas-de-verdade' e agora, dois anos depois de iniciado o projeto (hein?!), acabei escrevendo para um estranho, algo que não é carta e nem tem nome de (não foi sequer um e-mail, foi um comentário de post) e não tive o prazer de enviar via Correios.

Ainda assim, sinto que enviei minha primeira carta...
Vai entender o ser humano.

Agora, bem que o Yúdice - que também não me conhece! - poderia me escrever uma carta-de-verdade: Seria legal receber algo que não fosse boleto ou oferta de compras em minha caixa de Correios.
Vamos esperar os próximos dois anos, quem sabe...

Contextualizando: http://yudicerandol.blogspot.com/2011/07/voce-ja-teve-vontade-de-mandar-e-mails.html

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Egoísta.

Assumo.
Sou.

Lá 'invinha' eu (módiquê invim da casa da mamma, em Minas...) hoje.
Som ligado, vento no cabelo.
Não estava preocupada em chegar tão cedo à Vitória:
Minha irmã havia me presenteado com uma pérola: Live Era, do Guns.
Guns ao vivo!
Tá brincando?
Teria dirigido até Goiás!

Volume no 26, equalizador no Xplod para aproveitar ao máximo a voz 'esganiçada' do Axl e a guitarra perfeita do Slash...
Primeiro quebra-molas, casas ao longe: volume 10
Segundo quebra-molas, casas ao lado: volume 5.

E estou até agora tentando entender o porquê de não ter zerado o volume!

Explico:
Não é que eu não ache certo esse 'lance' de dividir...

Sabe, esse povo que sai por aí de porta-malas aberto, som 'torando', na intenção inegável de dividir com o mundo (quer o mundo queira ou não ser 'beneficiado' com) aquilo de que gosta???

Mas, eu não sei ser assim!
Eu sou egoísta!

Não quero dividir meu Guns, meu Nirvana e meu Metallica com ninguém.
Também não divido meus Beatles, ou meus 'bichos escrotos', ou aquele 'homem pra chamar de meu', quer seja Erasmo, quer seja Marina.
E, se for para rolar algum 'tipo de magia', que venha do Sr.Mercury só para mim...

Sou egoísta.
Assumo.

Sou até capaz de advogar a favor do egoísmo.
Não vai demorar nada, nada...
Só peço que pensem comigo:

- Funkeiro, Sertanejeiro ou Rockeiro (que seja!) ofertando sua música aos nossos ouvidos em altos decibéis;
- Mães/pais que não guardam as birras de seus filhos para si;
- Motoristas que, ao invés de ocuparem uma inteira, deixam meia vaga de cada lado;
- Pessoas que distribuem seu lixo nas ruas;
- Casais que compartilham brigas de relacionamento;
- Colegas de trabalho/escola que divulgam suas informações preciosas e exclusivas sobre a vida dos outros.

O mundo não seria um lugar melhor se as pessoas acima fossem egoístas?

- Cada um curtindo seu som, mas 'com alguma coisa em comum': o respeito pelo ouvido do outro...
- Mães e pais cuidando de seus filhos, ao invés de nos obrigar a 'engolir' os reflexos da má criação que deram a eles...
- Menos uma vaga (mal) ocupada naquele shopping ou rua que nunca tem vaga...
- Lixo na lixeira, ao invés de jogado sobre meu para-brisas ou sob nossos pés...
- Pessoas se resolvendo sem nos tomar a paz e o silêncio... e, finalmente,
- Menos fofoca!

Voto pelo egoísmo já!


E faço campanha: 
Seja egoísta você também...
..........
Quem já participa da campanha:
http://www.solitaria.com.br/2011/05/curta-seu-som-legal-use-fone-de-ouvido.html

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domingo, 24 de julho de 2011

Explodam a Rede Minas...

Uma gripe forte fez-me perceber que mãe é tudo!
Pai também.
Com mamma descobri que só um bom 'sorinho' de fubá fortalece.
(esqueçam aquele 'trem' de vitamina C do tipo Sonrisal)
Com papa descobri que cachaça também pode fazer bem.
(neste caso de agora mel, limão, sal e conhaque de alcatrão - ó, mas tem que ser de Alcatrão São João da Barra, pois Dreher não funciona!)
Vim para Minas fazer s.p.a: Soninho, Papá e Água, muita água para sarar a gripe.

Entre um e outro cochilo, acordo na Rede Minas: daí é difícil sarar a gripe porque a parte do 'soninho' fica comprometida.
Agora mesmo - entre um cochilo e outro - acabo de ver um documentário a respeito das mulheres cinematógrafas e de todo o caminho que tiveram de percorrer em seu trabalho.
Podem dizer que não me aguento um dia sem essas polêmicas quanto a gênero. E pode até ser.
Mas, a força daquelas mulheres é impressionante.
Resultado? Não dormi. Liguei o computador atrás do womembehindthecamera.org e lá vou eu colocar o tal site na minha lista de 'coisas que quero muito fazer antes de morrer mas que nunca tenho tempo de.'.

No intervalo entre os blocos, o infeliz do canal tem uma esquete (é assim que se chama o troço?) com as cidades de Minas: lá fico eu, presa, tentando descobrir o nome do cidadão que nasce naquela dita cidade antes que o próprio programa o faça: coisa de 5 segundos! Até meu filho passa pelo perrengue quando me pega no flagra, sofrendo...

Agora, acabei de descobrir que não posso voltar para Vitória hoje: Afinal, anunciaram uma entrevista com Mailson da Nóbrega a ser conduzida pela Marília Gabriela (minha 'í-da-la'!). Tenho que descobrir a data e a hora antes: Pronto. Sou escrava da Rede Minas.

Quer saber?
Da próxima vez que ficar doente e vier para a casa da mamma, vou desligar esse canal.
Se acordasse no Faustão já teria me matado.
Na Eliana, já teria tomado o rumo de casa.
No Gugu, já teria descoberto que ficar doente não está com nada!

Odeio a Rede Minas.
É impossível desejar ser normal diante deste canal.
Adoniram e Bethoven que o digam: o último Sintonia Fina que tive o azar de pegar, zapeando pelos canais, fez-me ficar parada em frente à TV até o final do programa.
Resultado? Atraso no 'embarque'.

Ontem pelas madrugadas, um filme chamado 'Submundo'...
Para agitar a vida, 'Provocações' do Abujamra...
Para incomodar, 'Brilhante'...

Vai entender...
Eu simplesmente não consigo desligar.